30 de set de 2010

Parabéns para mim!!!!

EBA!!!!
É hoje!!!!!
O dia foi mega corrido e só agora tive tempo de postar...
São 34 primaveras, graças à Deus, muito felizes e cheias de realizações...
Que venham mais tantas!!!!

29 de set de 2010

Tá chegando...

Sigo fazendo mantra pro inferno astral terminar logo, mas confesso que esse ano meu humor pré-aniversário não está dos melhores.

Tomara que tudo realmente mude amanhã...hehehehe (Será?)

Tenho que vir aqui contar as últimas do meu pequeno, mas tô meio sem tempo...

27 de set de 2010

Inferno Astral

Eu tinha percebido que a vida tava me boicotando nessas últimas semanas, em vários (ou seriam todos?) os aspectos as coisas estavam dando errado. Nem me toquei que o meu aniversário estava perto... Mas hoje, recebendo mais uma dose bombástica de baldes de água fria nas minhas idéias, olhei pro calendário e ví que faltam apenas 4 dias para o lindo dia de Setembro em que eu nasci...

É por isso que tudo tá tão truncado, mas espero que mude rápido!!!!

Beijos,

24 de set de 2010

Hoje é sexta-feira...

Nada a ver com a música, já que eu NÃO POSSO tomar uma cerveja nessa sexta (ou em qualquer outra até depois do parto...), mas eu adoro as sextas-feiras:

1) porque não trabalho a tarde...;
2) porque a gente sempre arranja um jeito de dar uma saidinha;
3) porque ficarei 2 dias inteiros com o meu pequeno;
4) porque amanhã vou poder dormir mais...;
5) porque hoje vou almoçar com os amigos na beira do lago, curtindo a brisa do cerrado...

Tem dias que a vida é boa demais!!!!

21 de set de 2010

Era uma vez um divórcio...

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer
a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto
calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento.
Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo.
Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do
momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar odivórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu
balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com
o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi
que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas às manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse aela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor.
Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
 A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um
 grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei
 minha esposa deitada na cama - morta.
 Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu
 estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela.
Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
 Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

20 de set de 2010

Sobre a gravidez... (ela ainda está ai???)

Pois é, tanta coisa acontecendo que eu esqueço de contar pra vocês e para todos que tá tudo bem comigo e com a Cecília.

Tirando essa calor insuportável, de sei lá quantos dias sem chover (a Paloma conta 130, eu não conto essas coisas e só espero chuva pro dia do meu aniversário - 30/09!), que tem feito meus pezinhos parecerem bisnaguinhas Seven Boys, estamos super bem!

É claro que o cansaço de grávida é grande e até o Gui já percebeu isso, ele não pede para que eu vá em parquinhos e nem pra jogar "Gol" com ele... essas são tarefas para o pai. Em compensação, na hora de assistir Backyardigans e dormir, a tarefa é toda minha... uma delícia!!!!

A saga da Reforma 5

 FATO 1
Uma semana de obra e eu já arrumei confusão com a única vizinha que não queria confusão!!!!


Mas também, pudera, ela encrencou com o horário das "batidas" e cismou que no horário de almoço não podia quebrar nada. Eu fui lá, olhei nas regras do condomínio e não tem nada disso... Mas ok, pra não brigar, deixei a coisa toda parar na hora do almoço deles...

Depois, disse que não poderíamos ter o duto que leva os entulhos do apartamento para a caçamba, que ficava perigoso e que enchia a casa dela de poeira... Tudo bem, lá fui eu e pedi pra tirarem o duto e levarem tudo nas costas pelos 2 lances de escada.

A terceira e última inovação é que ela não queria a caçamba na frente da janela dela (Oi?? O estacionamento é público!!!) Desse não abri mão, fingi de louca, falei com o síndico e descobri que,

PELO VISTO, A CHATA DO CONDOMÍNIO É ELA E NÃO AS OUTRAS PESSOAS QUE CONVIVEM LÁ!!!

Ai meus sais!!!! Que Nossa Senhora da paciência das mulheres grávidas me proteja até o final dessa obra!!!

FATO 2

Por conta dessa quizumba toda com a vizinha, resolvemos arrebentar a boca do balão, e quebrar logo o banheiro também, afinal só ele iria sobrar...hehehe. Já que ela se incomoda tanto, vamos logo incomodar tudo de uma vez e não ter chateações futuras...

FATO 3

E as surpresas da obra continuam. Primeiro tive que comprar novas soleiras para as portas... R$ 240,00 na lata!
Agora, descobrimos que teremos que mudar a fiação da casa toda... quanto será que vai ser essa brincadeira???

13 de set de 2010

A mudança...

Já imaginaram o quê é fazer uma mudança grávida de 6 meses e um barrigão imenso, com um garotinho de 2 anos mega ansioso e inseguro com as mudanças e com uma empregada nova?????

Vou dizer: ENLOUQUECEDOR!!!!!!!!!

Depois de muitas discussões e observações inteligentes de pessoas próximas, resolvemos contratar uma empresa de mudança e colocar os móveis muitas algumas traquitandas em um depósito.

A mudança começou logo cedo e o Gui ficou mega nervoso com toda a movimentação dos moços da mudança lá em casa, resultado, o pai saiu mais tarde pro trabalho pra descer com ele e deixá-lo mais confortável com a situação. Depois que não dava mais, desci eu e deixei toda a supervisão do "empacotamento" nas mãos da empregada nova...Resultado: brinquedos, bolsas e outras coisinhas mais que eram para ir ao depósito naõ foram, foram enviado pra casa da minha mãe, junto com malas e outras coisas que deveriam ter ido parar no depósito...

Desde quinta-feira estamos na casa da minha mãe, meio que acampados e morando longe (ela mora num bairro mais afastado, longe do Plano Piloto de Brasília), o quê dá uma preguiça danada de sair de casa, por essas e por outras o final de semana foi totalmente recluso, ficamos realmente em casa, deixando o pequeno curtir o gramado, os cachorros e o espaço.

Depois de passar 2 dias sem conseguir me mexer de tanta dor no tal do nervo ciático, hoje eu consegui vir trabalhar, num esquema punk e corrido, mas pelo menos viva.

A reforma??? Começou enfim! Na sexta já tiramos uma das portas das varandas e um armário, hoje começou a quebradeira total, entreguei as chaves à engenheira e passei algumas orientações... Agora é nos preocuparmos com a compra dos azuleijos e demais peças do banheiro novo, tintas e decorações... Tomara que a Ciça não resolva nascer antes da hora e que possa voltar do hospital diretamente pra casa!

1 de set de 2010

Menininha ou meninona???

Ontem estive no médico e graças à Deus tudo corre muito bem conosco!

A Cecília já está com 890 gramas e com 29 centímetros, como o irmão, está com peso e tamanho de uma semana na frente. Com isso, minhas esperanças de ter uma menininha mingnon foram por água abaixo, ela realmente vai puxar o pai!!! O bom é que com isso, a pequena na familia serei eu mesma....hahahahaha

Dessa vez o Gui foi conosco e apesar do medo inicial do médico (porque desde o braço quebrado ele tem medo de tudo que é médico!) adorou a possibilidade de ver o barrigão da mamãe ganhando um tantão de gel e de ouvir o coraçõazinho da irmãzinha também...

A boa notícia também é que até agora engordei menos de 2 quilos... Ou seja, talvez termine essa gravidez pesando menos que terminei a gravidez do Gui...

A saga da Reforma 4

Começamos a empacotar as coisas. Eu não imaginava que tinha tanta coisa guardada enfiada nos armários... Tá dando um desespero sem fim o número de caixas que já temos e não guardei nem a metade das coisas.

Até o feriado pretendo tirar tudo dos armários e pelo menos guardá-los em malas/caixas/sacos ou dar...

Aliás, fazer mudanças é uma ótima forma de renovar as energias da casa, né! Eu particularmente adoro dar e jogar coisas fora, adoro coisas novas... Pena que a grana não permite que eu faça isso sempre!

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