Pois é, o desfralde começou por aqui há uns 05 meses, tudo muito tranquilo e sem compromissos no começo. Até pensamos que tudo ia regredir com a chegada da Ciça, mas não foi isso que aconteceu.
Primeiro veio o pedido de tirar as fraldas para dormir (é, o contrário mesmo!!!) e passamos a ter noites "sequinhas". Depois foi a fase de convencê-lo a andar sem fraldas durante o dia, e nisso entraram em cena as muitas cuecas "decoradas" para encorajar. Ir pra escola sem fraldas só aconteceu este ano, mas foi bem tranquilo, só tivemos um episódio em que ele voltou pra casa com outro short.
Só faltava tirar a fralda para o cocô e essa etapa estava bem resistente. Mas esse final de semana rompemos mais esta barreira.
Fomos à um casamento e como sempre eu levei 2 fraldas pra ele, que normalmente é mais que suficiente. No caminho da recepção ele pediu pra fazer cocô, mas não fez e usou a fralda para o xixi... Ficamos com apenas uma fralda. Chegando na casa de festa, ele pediu novamente e usou a última fralda que tinha. No fim da festa, quis ir novamente, daí o super pai, usou o poder de convencimento e finalmente nosso pequeno usou o vaso sanitário!!!
Fiquei muito feliz, não queria que meu filho sofresse com o final dessa etapa. E como sempre ele me surpreendeu.
Para facilitar as coisas, usamos vários subterfúgios, compramos um redutor de assento do McQueen, foram várias cartelas de adesivo coladas no banheiro a cada uso e a última aquisição foi um redutor de assento portátil, para as horas em que não estivermos em casa. Esse último não é barato, mas achei uma super aquisição, porque evita o contato da criança com os banheiros alheios e também vou aproveitar com a Ciça, então, valeu o custo/benefício!!!
Então é isso... agora temos apenas um bebê em casa, e um rapazinho se desenvolvendo!
19 de abr. de 2011
12 de abr. de 2011
O quê eu sou, o quê eu gostaria de ser... PARTE II
Sofro diariamente nesta fase em que estou vivendo:
sofro por não conseguir ser a mãe completa pra nenhum dos meus dois filhos;
sofro porque não tendo ajuda eu fico muito mal humorada o dia todo;
sofro porque não sei como farei para voltar ao trabalho, e porque não tenho a menor perspectiva de futuro nele;
Esses e muitos outros pensamentos tem povoado a minha cabeça, por isso, peço desculpas pelo sumiço. Minha reclusão é pra tentar decidir coisinhas que quem sabe me farão sofrer menos!
sofro por não conseguir ser a mãe completa pra nenhum dos meus dois filhos;
sofro porque não tendo ajuda eu fico muito mal humorada o dia todo;
sofro porque não sei como farei para voltar ao trabalho, e porque não tenho a menor perspectiva de futuro nele;
Esses e muitos outros pensamentos tem povoado a minha cabeça, por isso, peço desculpas pelo sumiço. Minha reclusão é pra tentar decidir coisinhas que quem sabe me farão sofrer menos!
O quê eu sou, o quê eu gostaria de ser...
Essa semana lí tantas postagens sobre a maternidade real que fiquei pensando muito nisso.
Foi bom conhecer as realidades e também as angústias das mães que eu leio por aqui. Sabe que não sou a única pra tanta coisa e que todas as minhas "nóias" são normais.
E essa postagem coletiva veio bem a calhar num momento em que eu tenho tanto na cabeça. Num momento em que ando pensando em que papel quero ter em casa, em como anda minha vida pessoal e profissional e principalmente, o quê eu quero pro meu futuro e, consequentemente, pro futuro dos meus filhos.
Por isso, todo esse meu silêncio. Acho que desde que criei o blog esse é o maior período que fico sem postar... Esse hiáto é simplesmente porque estou tão em conflito comigo mesma que não sei o quê escrever por aqui.
A verdade é que antes de ser mãe (e de ler tudo o quê leio por aqui) tinha poucos questionamentos quanto à mãe que gostaria de ser. Sempre tive minha mãe como modelo maior e não almejava ser nada mais (ou menos) do quê ela é pra mim. Mas ai veio o Gui e com ele a vontade de fazer tudo certo.
Eu quis ter um parto normal, mas um cisto me impediu. Na época eu não imaginava o quê era uma maternidade ativa, não tinha idéia de que poderia forçar mais a barra pra tentar o parto normal, não sabia que o "poder" era meu.
Eu quis amamentar o Gui exclusivamente até os 6 meses, mas um insistente "não ganho" de peso me impediu disso. Dei fórmula desde o primeiro dia de vida dele, no copinho, com sonda, na mamadeira, de todas as mais sofridas formas e nenhuma delas impediu que meu pequeno ignorasse o peito solenemente exatamente na mesma semana em que completou a "maioridade" da amamentação.
Eu nunca pensei nas papinhas, em como eu queria fazer, com sal, sem sal, orgânica ou não. Comprei papinhas industrializadas e não tive culpa nenhuma, afinal, meu guri comia bem demais. Não dava bola pra quantidade de sódio ou pros outros conservantes. Mais por uma questão financeira que de saúde, optei pelas papinhas feitas em casa e congeladas para o fim de semana.
Não tive culpa nenhuma de deixar o meu bebê com a babá na sua primeira semana sem mim. Tudo foi uma conspiração do universo, porque "tive" que deixá-lo por motivos de força maior, mas tudo foi tão certo e a babá era muito boa.
Sofri quando todo meu "esquema" em casa deu errado e perdi no mesmo mês, empregada e babá, e resolvi colocar o Gui na escola. Depois sofri mais quando descobri a gravidez da Ciça, achando que meu pequeno ainda era muito pequeno pra perder o posto.
Foi bom conhecer as realidades e também as angústias das mães que eu leio por aqui. Sabe que não sou a única pra tanta coisa e que todas as minhas "nóias" são normais.
E essa postagem coletiva veio bem a calhar num momento em que eu tenho tanto na cabeça. Num momento em que ando pensando em que papel quero ter em casa, em como anda minha vida pessoal e profissional e principalmente, o quê eu quero pro meu futuro e, consequentemente, pro futuro dos meus filhos.
Por isso, todo esse meu silêncio. Acho que desde que criei o blog esse é o maior período que fico sem postar... Esse hiáto é simplesmente porque estou tão em conflito comigo mesma que não sei o quê escrever por aqui.
A verdade é que antes de ser mãe (e de ler tudo o quê leio por aqui) tinha poucos questionamentos quanto à mãe que gostaria de ser. Sempre tive minha mãe como modelo maior e não almejava ser nada mais (ou menos) do quê ela é pra mim. Mas ai veio o Gui e com ele a vontade de fazer tudo certo.
Eu quis ter um parto normal, mas um cisto me impediu. Na época eu não imaginava o quê era uma maternidade ativa, não tinha idéia de que poderia forçar mais a barra pra tentar o parto normal, não sabia que o "poder" era meu.
Eu quis amamentar o Gui exclusivamente até os 6 meses, mas um insistente "não ganho" de peso me impediu disso. Dei fórmula desde o primeiro dia de vida dele, no copinho, com sonda, na mamadeira, de todas as mais sofridas formas e nenhuma delas impediu que meu pequeno ignorasse o peito solenemente exatamente na mesma semana em que completou a "maioridade" da amamentação.
Eu nunca pensei nas papinhas, em como eu queria fazer, com sal, sem sal, orgânica ou não. Comprei papinhas industrializadas e não tive culpa nenhuma, afinal, meu guri comia bem demais. Não dava bola pra quantidade de sódio ou pros outros conservantes. Mais por uma questão financeira que de saúde, optei pelas papinhas feitas em casa e congeladas para o fim de semana.
Não tive culpa nenhuma de deixar o meu bebê com a babá na sua primeira semana sem mim. Tudo foi uma conspiração do universo, porque "tive" que deixá-lo por motivos de força maior, mas tudo foi tão certo e a babá era muito boa.
Sofri quando todo meu "esquema" em casa deu errado e perdi no mesmo mês, empregada e babá, e resolvi colocar o Gui na escola. Depois sofri mais quando descobri a gravidez da Ciça, achando que meu pequeno ainda era muito pequeno pra perder o posto.
27 de mar. de 2011
A falta que ela me faz...
Daí que eu tinha uma empregada maravilhosa muito boa, porque todo mundo tem defeitos, desde antes do Gui nascer, e que estava mega mal acostumada com as mordomias aqui em casa. Era daquelas que não precisava mandar, ela tomava conta da minha casa como se fosse dela.
No ano passado ela resolveu nos deixar, eu contei aqui, e desde então tenho procurado uma substituta à altura.
Passamos 4 meses com uma, que era muito paciente e boazinha com o Gui, me ajudou na mudança e ficou conosco enquanto estávamos na minha mãe, assim que voltamos pra casa e o serviço apertou (porque lá ela não cozinhava, por exemplo) ela pediu pra ir embora. Falou que o marido tinha trocado de turno e que não teria com quem deixar os filhos, mas sinceramente duvido disso.
Ela mesma me arranjou sua substituta, uma prima/mulher de um primo, sei lá. A moça era até bem intensionada, mas não sabia NADA de cozinha e eu, na minha função matinal de mãe, ainda tinha que ficar me desdobrando em mil pra ensinar a cozinhar e à fazer as coisas ao meu gosto.
Acontece que, na semana retrasada a mulher disse que chegaria mais tarde na quinta-feira pois iria dormir na fila do hospital para tentar marcar uma cirurgia para a filha, que tem um problema sério de visão. Claro que não me opus e já imaginei que a quinta-feira seria solitária, tamanha é a burocracia nos hospitais públicos...
Só que a quinta passou, a sexta, o sábado e a outra semana todinha e ela não deu mais sinal de vida! Me deixou na mão, com duas crianças pequenas, tendo que cozinhar, lavar e passar e ainda cuidar da galera. Não ligou, não atende o telefone. Deixou suas roupas aqui, sua carteira de trabalho e levou consigo a chave da minha casa!
Além de ter ficado muito, muito P da vida, fiquei preocupada com o quê essa pessoa pode estar "tramando". Resolvemos trocar as fechaduras da casa e também alertar ao condomínio, afinal, nunca se sabe.
Com tudo isso, minhas duas últimas semanas foram enlouquecedoras, com milhões de roupas para lavar e passar e à procura de uma nova ajudante, que graças à Deus, consegui no final desta semana.
Agora é rezar pra que essa não me abandone e que dê minimamente certo.
No ano passado ela resolveu nos deixar, eu contei aqui, e desde então tenho procurado uma substituta à altura.
Passamos 4 meses com uma, que era muito paciente e boazinha com o Gui, me ajudou na mudança e ficou conosco enquanto estávamos na minha mãe, assim que voltamos pra casa e o serviço apertou (porque lá ela não cozinhava, por exemplo) ela pediu pra ir embora. Falou que o marido tinha trocado de turno e que não teria com quem deixar os filhos, mas sinceramente duvido disso.
Ela mesma me arranjou sua substituta, uma prima/mulher de um primo, sei lá. A moça era até bem intensionada, mas não sabia NADA de cozinha e eu, na minha função matinal de mãe, ainda tinha que ficar me desdobrando em mil pra ensinar a cozinhar e à fazer as coisas ao meu gosto.
Acontece que, na semana retrasada a mulher disse que chegaria mais tarde na quinta-feira pois iria dormir na fila do hospital para tentar marcar uma cirurgia para a filha, que tem um problema sério de visão. Claro que não me opus e já imaginei que a quinta-feira seria solitária, tamanha é a burocracia nos hospitais públicos...
Só que a quinta passou, a sexta, o sábado e a outra semana todinha e ela não deu mais sinal de vida! Me deixou na mão, com duas crianças pequenas, tendo que cozinhar, lavar e passar e ainda cuidar da galera. Não ligou, não atende o telefone. Deixou suas roupas aqui, sua carteira de trabalho e levou consigo a chave da minha casa!
Além de ter ficado muito, muito P da vida, fiquei preocupada com o quê essa pessoa pode estar "tramando". Resolvemos trocar as fechaduras da casa e também alertar ao condomínio, afinal, nunca se sabe.
Com tudo isso, minhas duas últimas semanas foram enlouquecedoras, com milhões de roupas para lavar e passar e à procura de uma nova ajudante, que graças à Deus, consegui no final desta semana.
Agora é rezar pra que essa não me abandone e que dê minimamente certo.
16 de mar. de 2011
Pierrôs e colombinas
(ATENÇÃO: Post longo!)
Passamos o Carnaval no Rio, mas foi uma viagem tão punk que nem pareceu feriado.
Saímos de Brasília no sábado e já pegamos um atraso de 1 hora e meia no vôo de ida, daí haja criatividade para segurar a ansiedade de um menininho de 2 anos e 9 meses!!! O vôo era as 11, com o atraso passou pra 12:30, saiu às 12:50, chegamos ao Rio quase 3, sem almoço...
Choveu o Carnaval todo na Cidade Maravilhosa, demoramos mais uma hora e tanto pra chegar no "fim do mundo do Recreio" onde mora a familia do marido. Chegamos lá e já inauguramos o primeiro de muitos churrascos nesses dias... (eles tem uma fixação por assar carne!).
Os "trabalhos" foram tão intensos que resolvemos dormir lá mesmo (ficamos hospedados num ap da familia na Barra) e no dia seguinte partir pro nosso "lar carioca".
Não levamos nem cadeirinha, nem carrinho e bebê conforto, pois o "Primo rico carioca", por ter um filho de 1 mês e meio, nos emprestou tudo. Nos emprestou também o ap e um carro, que descobrimos não poder ser guiado pelo marido (enorme!) + cadeirinha + bebê conforto. Resultado: EUZINHA tive que dirigir no Rio!!! Pausa pra explicação - Eu nunca tinha dirigido em outra cidade além de Brasília, que tem um trânsito muito mais tranquilo e civilizado, sintam o pânico e desespero dessa que vos escreve quando constatou que só ela poderia dirigir???!!!!! - despausa. Com isso, meus planos de passear pela cidade foram por água a baixo e ficamos restritos no circuito Barra-Recreio todos os dias...
Por culpa do ar condicionado siberiano do aeroporto de Brasília a Ciça ficou doente, com uma tosse muito forte e desesperadora, tentamos de tudo (todas as receitas caseiras e simpatias) mas precisamos levá-la ao médico na terça de carnaval. A sorte é que o Rio é metrópole e tem até clínica pediatrica 24 horas dentro do Shopping! Só que com isso, o único passeio que ainda nos restava no circuito já citado - Shopping - não pode ser feito, porque apesar de chovendo, estava quente no Rio e entrar e sair de ambientes altamente refrigerados (como eles gostam) não era muito bom pra Cecília.
Além disso, o Gui foi pra lá com Otite viral, tomando remédio pra dor e ainda com resquícios de tosse...
Daí em diante, foi só ralação. A família fazendo mil churrascos ao ar livre - chuva/vento/sereno e eu tendo que ficar com as duas crianças dentro de casa (a.k.: sozinha!) enquanto o resto do povo se divertia lá fora (incluindo o marido). A sorte é que, pelo menos o "primo rico carioca" tem TV a cabo em toda e qualquer aparelho da casa. E viva Discovery Kids!!!!!
Sim, deu praia, na quarta-feira de cinzas o tempo abriu pela manhã e o marido pode ir com o pequeno à praia e à piscina do conds, na quinta até eu fui à praia dar um mergulho entregar pro mar todas as urucas desse início de ano...
E então foi assim, até domingo, praia/piscina pela manhã, churras nas tardes (ou não, teve dia que não rolou), muita tv a cabo e só!
Na volta ainda atrasamos para sair do "fim do mundo" e quase perdemos o avião. Quase mesmo, chegamos ao balcão com o embarque já encerrado e só conseguimos seguir viagem pela benevolência do pessoal da TAM. Um stress tão grande (imaginem correr o aeroporto inteiro com duas crianças à tira colo!) que no avião eu desabei a chorar (quem me conhece, sabe que eu odeio atrasos/correrias em viagens de avião).
Quando chegamos em casa, eu só pensava no tanto que tudo é bom no meu quadradinho...
E agora, pergunto, quando será mesmo o próximo feriado????
Beijos,
Passamos o Carnaval no Rio, mas foi uma viagem tão punk que nem pareceu feriado.
Saímos de Brasília no sábado e já pegamos um atraso de 1 hora e meia no vôo de ida, daí haja criatividade para segurar a ansiedade de um menininho de 2 anos e 9 meses!!! O vôo era as 11, com o atraso passou pra 12:30, saiu às 12:50, chegamos ao Rio quase 3, sem almoço...
Choveu o Carnaval todo na Cidade Maravilhosa, demoramos mais uma hora e tanto pra chegar no "fim do mundo do Recreio" onde mora a familia do marido. Chegamos lá e já inauguramos o primeiro de muitos churrascos nesses dias... (eles tem uma fixação por assar carne!).
Os "trabalhos" foram tão intensos que resolvemos dormir lá mesmo (ficamos hospedados num ap da familia na Barra) e no dia seguinte partir pro nosso "lar carioca".
Não levamos nem cadeirinha, nem carrinho e bebê conforto, pois o "Primo rico carioca", por ter um filho de 1 mês e meio, nos emprestou tudo. Nos emprestou também o ap e um carro, que descobrimos não poder ser guiado pelo marido (enorme!) + cadeirinha + bebê conforto. Resultado: EUZINHA tive que dirigir no Rio!!! Pausa pra explicação - Eu nunca tinha dirigido em outra cidade além de Brasília, que tem um trânsito muito mais tranquilo e civilizado, sintam o pânico e desespero dessa que vos escreve quando constatou que só ela poderia dirigir???!!!!! - despausa. Com isso, meus planos de passear pela cidade foram por água a baixo e ficamos restritos no circuito Barra-Recreio todos os dias...
Por culpa do ar condicionado siberiano do aeroporto de Brasília a Ciça ficou doente, com uma tosse muito forte e desesperadora, tentamos de tudo (todas as receitas caseiras e simpatias) mas precisamos levá-la ao médico na terça de carnaval. A sorte é que o Rio é metrópole e tem até clínica pediatrica 24 horas dentro do Shopping! Só que com isso, o único passeio que ainda nos restava no circuito já citado - Shopping - não pode ser feito, porque apesar de chovendo, estava quente no Rio e entrar e sair de ambientes altamente refrigerados (como eles gostam) não era muito bom pra Cecília.
Além disso, o Gui foi pra lá com Otite viral, tomando remédio pra dor e ainda com resquícios de tosse...
Daí em diante, foi só ralação. A família fazendo mil churrascos ao ar livre - chuva/vento/sereno e eu tendo que ficar com as duas crianças dentro de casa (a.k.: sozinha!) enquanto o resto do povo se divertia lá fora (incluindo o marido). A sorte é que, pelo menos o "primo rico carioca" tem TV a cabo em toda e qualquer aparelho da casa. E viva Discovery Kids!!!!!
Sim, deu praia, na quarta-feira de cinzas o tempo abriu pela manhã e o marido pode ir com o pequeno à praia e à piscina do conds, na quinta até eu fui à praia dar um mergulho entregar pro mar todas as urucas desse início de ano...
E então foi assim, até domingo, praia/piscina pela manhã, churras nas tardes (ou não, teve dia que não rolou), muita tv a cabo e só!
Na volta ainda atrasamos para sair do "fim do mundo" e quase perdemos o avião. Quase mesmo, chegamos ao balcão com o embarque já encerrado e só conseguimos seguir viagem pela benevolência do pessoal da TAM. Um stress tão grande (imaginem correr o aeroporto inteiro com duas crianças à tira colo!) que no avião eu desabei a chorar (quem me conhece, sabe que eu odeio atrasos/correrias em viagens de avião).
Quando chegamos em casa, eu só pensava no tanto que tudo é bom no meu quadradinho...
E agora, pergunto, quando será mesmo o próximo feriado????
Beijos,
1 de mar. de 2011
A excluída (ou seria a Rejeitada?)
Todo mundo me pergunta como está a reação do Guilherme em relação à Cecília e minha resposta padrão até hoje tem sido sempre a mesma: ele tem muito carinho com a irmãzinha, dá muitos beijos e faz muito carinho. Adora estar com ela e não tem nenhuma reação "adversa" em momento nenhum. Conosco é que a coisa ficou um pouco mais complicada, uma vez que ele começou a desobedecer mais, fazer mais birra e ser mais chorão. Mas achamos que,além do ciúme pela chegada da irmã, também existe o comportamento da idade (os falados "terrible twos").
Mas há algumas semanas eu venho notando um comportamento que tem me deixado bem chateada. Sei que não é culpa dele, que ele é a principal vítima, mas não posso dizer que não dói.
Desde que a Cecília nasceu, o pai ficou muito mais encarregado das tarefas do Gui, porque na maioria do tempo estou amamentando (e como a Ciça mama!), com isso, um laço que já era forte ficou fortíssimo e eu, eu fui colocada para escanteio...
Tudo hoje em dia é o papai, vai comer, tem que ser o papai, vai tomar banho, é com o papai, vai brincar, é com o papai. A mamãe só serve quando o papai não está e mesmo assim, tem que ouvir horas a fio as afirmações do pequeno de que "quer o papai"!
Até ai, tudo bem, é tudo normal, porém, na semana passada, quando ele se machucou, só chamou e aceitou o papai. Dai que meu coração começou a doer, porque a gente (eu pelo menos) sempre acha que na hora do aperto só serve a mamãe, e é nessa hora que nossa veia animal (leoa, mesmo) aparece com maior furor. Pegar a cria no colo e proteger das mazelas do mundo, como se ele ainda estivesse dentro de nós, é tudo que sabemos fazer.
Imaginem o meu desespero, vendo meu pequeno machucado, e essa semana doente (com acessos de tosse) e não aceitando nem mesmo que eu chegasse perto... Doeu, doeu muito!
Eu nem ia escrever isso aqui, porque sei que é uma fase e que tudo isso vai passar, mas essa coisa tá me sufocando e como conversar com o marido não adiantou (porque ele acha que é drama meu), precisava de algum lugar pra desabafar...
Só espero que tudo isso passe logo, porque essa parte do contrato (as letras pequenininhas) de mãe eu não estava/estou preparada pra enfrentar! Ainda bem que ainda tenho a Ciça que me vê como peça insubstituível de sua pequena rotina.
Mas há algumas semanas eu venho notando um comportamento que tem me deixado bem chateada. Sei que não é culpa dele, que ele é a principal vítima, mas não posso dizer que não dói.
Desde que a Cecília nasceu, o pai ficou muito mais encarregado das tarefas do Gui, porque na maioria do tempo estou amamentando (e como a Ciça mama!), com isso, um laço que já era forte ficou fortíssimo e eu, eu fui colocada para escanteio...
Tudo hoje em dia é o papai, vai comer, tem que ser o papai, vai tomar banho, é com o papai, vai brincar, é com o papai. A mamãe só serve quando o papai não está e mesmo assim, tem que ouvir horas a fio as afirmações do pequeno de que "quer o papai"!
Até ai, tudo bem, é tudo normal, porém, na semana passada, quando ele se machucou, só chamou e aceitou o papai. Dai que meu coração começou a doer, porque a gente (eu pelo menos) sempre acha que na hora do aperto só serve a mamãe, e é nessa hora que nossa veia animal (leoa, mesmo) aparece com maior furor. Pegar a cria no colo e proteger das mazelas do mundo, como se ele ainda estivesse dentro de nós, é tudo que sabemos fazer.
Imaginem o meu desespero, vendo meu pequeno machucado, e essa semana doente (com acessos de tosse) e não aceitando nem mesmo que eu chegasse perto... Doeu, doeu muito!
Eu nem ia escrever isso aqui, porque sei que é uma fase e que tudo isso vai passar, mas essa coisa tá me sufocando e como conversar com o marido não adiantou (porque ele acha que é drama meu), precisava de algum lugar pra desabafar...
Só espero que tudo isso passe logo, porque essa parte do contrato (as letras pequenininhas) de mãe eu não estava/estou preparada pra enfrentar! Ainda bem que ainda tenho a Ciça que me vê como peça insubstituível de sua pequena rotina.
24 de fev. de 2011
À procura do impossível
Pois é, ando à procura do impossível! Sim, ando procurando uma babá.
Mas eu não queria uma babá qualquer, eu queria uma babá perfeita, daquelas profissionais, que não sacaneiam a gente, que trata nossos filhos como seus, que é disponível pra me acompanhar e que possa dormir quando eu precisar, que não fosse tosca nem burra. Acho que eu queria mesmo era uma babá igual aquela das novelas, do Manuel Carlos de preferência!
Tudo bem que se fosse pelo meu desejo essa pessoa deveria ser mais que uma empregada, pois meus horários são totalmente impossíveis. Na realidade, precisaria de alguém que chegasse às 7 e fosse embora as 20!!! Impossível eu sei, não quero ninguém escravo na minha casa, mas essa é a minha real necessidade! Como assim não dá, vou tentando horários alternativos para adaptar a casa aos horários do staff e do nosso.
Fiz entrevista com duas, uma eu não gostei a outra parece boa, mas quer além do quê eu posso pagar (e veja bem, o quê eu estou oferecendo já é além do quê eu posso pagar!). Fico esperando (e rezando toda noite) me aparecer algum anjo caído do Céu que vai resolver meu problema. Porque até agora nada me agrada e o tempo está passando!
Queria ser outra pessoa e não precisar de ajuda nesse sentido, mas ví que pra minha sanidade mental eu preciso ter um tempo pra mim e preciso de ajuda nos momentos de "embate" com o pequeno (banho, almoço, dormir) que me stressam e a ele também. Sei o quanto é ruim ter muita gente em casa, estranhos se metendo na nossa vida, mas é um mal necessário, pelo menos por enquanto.
Preciso arrumar, principalmente, alguém de muita confiança, para que eu possa ir trabalhar e deixar meus pequenos com toda a segurança nas mãos dessa pessoa, sem dúvidas e receios. Tá difícil, viu!!! Não ando confiando em ninguém.
Caso vocês tenham indicação de alguém, por favor, me falem!!!!
Mas eu não queria uma babá qualquer, eu queria uma babá perfeita, daquelas profissionais, que não sacaneiam a gente, que trata nossos filhos como seus, que é disponível pra me acompanhar e que possa dormir quando eu precisar, que não fosse tosca nem burra. Acho que eu queria mesmo era uma babá igual aquela das novelas, do Manuel Carlos de preferência!
Tudo bem que se fosse pelo meu desejo essa pessoa deveria ser mais que uma empregada, pois meus horários são totalmente impossíveis. Na realidade, precisaria de alguém que chegasse às 7 e fosse embora as 20!!! Impossível eu sei, não quero ninguém escravo na minha casa, mas essa é a minha real necessidade! Como assim não dá, vou tentando horários alternativos para adaptar a casa aos horários do staff e do nosso.
Fiz entrevista com duas, uma eu não gostei a outra parece boa, mas quer além do quê eu posso pagar (e veja bem, o quê eu estou oferecendo já é além do quê eu posso pagar!). Fico esperando (e rezando toda noite) me aparecer algum anjo caído do Céu que vai resolver meu problema. Porque até agora nada me agrada e o tempo está passando!
Queria ser outra pessoa e não precisar de ajuda nesse sentido, mas ví que pra minha sanidade mental eu preciso ter um tempo pra mim e preciso de ajuda nos momentos de "embate" com o pequeno (banho, almoço, dormir) que me stressam e a ele também. Sei o quanto é ruim ter muita gente em casa, estranhos se metendo na nossa vida, mas é um mal necessário, pelo menos por enquanto.
Preciso arrumar, principalmente, alguém de muita confiança, para que eu possa ir trabalhar e deixar meus pequenos com toda a segurança nas mãos dessa pessoa, sem dúvidas e receios. Tá difícil, viu!!! Não ando confiando em ninguém.
Caso vocês tenham indicação de alguém, por favor, me falem!!!!
20 de fev. de 2011
Minha Princesinha - Yes, nós temos dobrinhas!!!!
Sexta-feira fomos ao pediatra levar a Cecília pra a consulta mensal e mais uma vez ficamos muito satisfeitos com o resultado de tanta tranquilidade na criação da minha princesa.
Ela está pesando 5.415 quilos e medindo 60 centímetros, tudo SUPER dentro do normal.
Como com o Gui tudo foi muito difícil e passei os 4 primeiros meses sofrendo com a tal curva de peso, eu esperava algum sofrimento dessa vez também, mas não foi o quê aconteceu. Minha pequena ganha peso normalmente, mama bem, está saudável, não precisa de complementos e cresce do jeitinho que tem que ser.
Nossa única preocupação no momento (que nem é preocupação mesmo!) é o intervalo entre os "cocôs" que estão entre 4 e 5 dias, mas também quando sai, sai tudo normalíssimo...heheheheh
O resultado de tudo isso é uma criança sorridente e tranquilinha, como deve ser!!!
Ela está pesando 5.415 quilos e medindo 60 centímetros, tudo SUPER dentro do normal.
Como com o Gui tudo foi muito difícil e passei os 4 primeiros meses sofrendo com a tal curva de peso, eu esperava algum sofrimento dessa vez também, mas não foi o quê aconteceu. Minha pequena ganha peso normalmente, mama bem, está saudável, não precisa de complementos e cresce do jeitinho que tem que ser.
Nossa única preocupação no momento (que nem é preocupação mesmo!) é o intervalo entre os "cocôs" que estão entre 4 e 5 dias, mas também quando sai, sai tudo normalíssimo...heheheheh
O resultado de tudo isso é uma criança sorridente e tranquilinha, como deve ser!!!
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