15 de jun. de 2011

Cinematerna, enfim nós fomos...

Olha eu aqui!!! Mais enrrolada do quê nunca, muito sem vontade e tempo de postar, tanta coisa acontecendo e eu esquecendo de vocês... (será que tem alguém ai???)

Desde a gravidez do Gui eu acompanhava o blog do Cinematerna, mas na época não tinha em Brasília e eu sonhava com o dia em que pudesse voltar ao cinema carregando meu rebento à tira-colo. O tempo passou, meu pequeno cresceu e o Cinematerna veio para os cinemas da cidade, mas ai, com a idade do Gui nós não podíamos mais participar.

Quando a Ciça nasceu eu fiquei muito felizinha de poder participar dessa vez das sessões, mas a vida já tinha um rítmo bem diferente e a Licença Maternidade foi a mais corrida da minha vida (e a última!) e com o início das sessões às 14hs, nunca consegui ir...

No dia das mães, um sábado, tinha uma sessão especial onde todo mundo (pais, filhos mais velhos, periquito, papagaios...) podia ir, resolvemos nos aventurar. Mas ai começou o meu grande erro: chamar o marido pra ir junto!

É, gente, o marido é um paizão, daqueles que brinca, que senta no chão, que dá cambalhota, mas a verdade é que ele não é lá chegado nas coisas da maternagem internética que eu participo e adoro, ele acha tudo o ó...

Daí, chegamos no Pier 21 as 10 da manhã (só Deus sabe o sacrifício que foi pra isso acontecer!) e nos deparamos com uma fila monstra! Só um caixa do cinema funcionando pro Cinematerna e sem que a distribuição de ingressos gratuitos tivesse começado.

Eu lá toda empolgada, conhecendo pessoalmente minha "ídala" Luiza (Potencial Gestante), vendo de perto as "meninas de rosa choque" que acompanho há mais de 2 anos pelo Blog e ele, RECLAMANDO HORRORES...

Conseguimos driblar a fila comprando o ingresso na maquininha do Visa, entramos e conseguimos dois lugares juntos e cada um ficou com um filho no colo. Mas lá no meião do cinema, não dava pra sair e comprar pipoca, não dava nem pra se mexer direito...

O filme começou, mas porque tinha muita gente o ar condicionado fraco (que é a proposta) tornou o ambiente insuportável. Meu filho pediu pipoca pra moça do lado e eu quase morri de vergonha.

Resultado dessa sessão:  o Gui dormiu na metade e a Ciça como uma lady mamou e dormiu também... Minha licença acabou e eu não consegui tirar essa "má impressão" do Cinematerna...

16 de mai. de 2011

Do dia das Mães, das novidades e do fim das "férias"

Realmente estou tendo sérios problemas com organização desde que comecei a obra por aqui (e lá se vão mais de 6 meses!), não consigo nem com babá ter vontade me organizar para escrever aqui diariamente.

Hoje tirei a noite para ler TODOS os posts atrasados no Reader. Vejam a minha irresponsabilidade: são quase uma da manhã, posso ter uma mocinha acordando à qualquer momento, tá passando "Um lugar chamado Nothing Hill" na TV e eu estou aqui no computador. Esse é um raríssimo momento SEM SONO  da minha vida!

São tantos assuntos que vou novamente de pontinhos pra poder lembrar de tudo:

* Esse foi o meu primeiro Dia das Mães com o Gui na escola, confesso que a expectativa era enorme, queria muito ver meu filhote se "declarando" pra mim na apresentação e só de pensar já chorava. Confesso que foi meio frustrante, primeiro porque por ele ser um dos maiores (em tamanho) da turma, ficou lá atrás e não consegui ver com nitidez os gestos do meu bebêzão, segundo porque no alto de seus 2 anos e 11 meses, meu filho não conseguiu captar a importância do momento pra mim é claro e preferiu brincar de correr com os amigos quando foi proposto pela professora uma atividade com as mães. Pra completar o marido não pode ir e assim não consegui tirar nenhuma foto junto com meu filho.
É claro que eu chorei, me acabei, tirei um montão de fotos e filmei tudo (um equipamento em cada mão - Ah, se eu fosse um polvo...), mas se tivesse uma ajuda e a cooperação do filhão os registros teriam ficado bem mais legais...
Ganhei de presente um pacote de biscoitos feitos por eles na sala de aula e também um cartão, tudo lindo de morrer.
No domingo mesmo, o presente foi juntar todas as mães da familia (mãe, vó, bisa, tias, sogra, cunhada) e promovermos uma orgia gastronômica digna de uma familia mineira. Além disso, ganhei dos filhos (via papai) um lindo pingente de menininha pra fazer par com o meu menininho de ouro no pescoço.
O Gui ainda pintou um "quadro" pra cada mãe da familia, lindo de ver!!!

*A cada dia que passa me surpreendo mais com meu filho, nas coisas em que achamos que teremos mais trabalho ele vem e nos dá uma lição de simplicidade daquelas... Dessa vez foi a chupeta, item inseparável desde a viagem pra Europa no ano passado. No domingo ele ouviu meu irmão, que faz Odontologia, falar com a namorada que os dentinhos dele estavam ficando tortos por conta da chupeta, assim, sem mais nem menos ele pediu pra guardar a chupeta dizendo que ela estava "fazendo dodói" no dente dele. Desde então ele não pede pela chupeta praticamente o dia todo, só reclamando para dormir e mesmo assim, chupando em doses homeopáticas (põe e tira da boca). Acho que até o mês que vem, quando ele prometeu largar a chupeta, nem vai mais sentir falta!

* Me faltam apenas 2 semanas para o fim da licença maternidade e isso está acabando comigo. Não tenho vontade de voltar a trabalhar e o fato da Ciça estar mamando bastante, e de eu ter MUITO leitinho, me deixam muito, muito pesarosa.
Já conversei com o marido, mas a possibilidade de pedir demissão agora não existe, estamos pagando muitas coisas da obra e ainda tem a babá nova... ou seja, muita conta pra pouco salário!!!
Vou ter que me contentar com as buscas por outras possibilidades até que resolva minha vida profissional e financeira.

Bom, vou tentar vir aqui mais vezes, mas com essa coisa de "fim de férias" tô tentando resolver o máximo de coisas possíveis antes de voltar a trabalhar...

3 de mai. de 2011

E o tempo tá me atropelando

Vamos de pontinhos pra ver se consigo atualizar isso aqui:

* Entrei no último período da Licença Maternidade, já com férias emendadas. A partir do dia 1º de Junho eu volto a ativa, mas confesso que isso está me deixando muito descontente, mas por umas e outras, agora não é a hora de largar tudo e tentar a sorte com outras coisas que tenho em mente. No fim, terei mais alguns meses de sacrifício, mas volto com data marcada pra sair;

* Continuamos no processo do desfralde do Gui, não tivemos mais nenhuma recaída, mas em compensação dependendo da hora e do lugar chegamos a visitar o banheiro umas 5 vezes até que o número 2 saia!!!! Uma comédia! Ando revezando com o marido pra não stressar!

* Minha princesa completa hoje 5 meses, está cada dia mais esperta. Agora já reclama de ficar no carrinho e dá os bracinhos pro Pai quando ele chega em casa.

* Também anda super "comunicativa", dando seus gritões (notem que não são gritinhos!) quando quer alguma coisa e principalmente quando quer mamar, e principalmente nas madrugadas...

* Nesta semana iniciou o processo de alimentação. É, eu sei que deveria ser amamentação exclusiva até os 06 meses, mas como eu irei trabalhar quando ela estiver completando essa "idade", tivemos que começar antes para garantir que até lá (parece tão longe!) ela já esteja se alimentando de forma mais independente.

* A babá deveria começar ontem, mas me ligou no domingo avisando que está doente, assim, preferiu começar na quarta. Espero que comece mesmo, pois também tenho o período de 1 mês pra ver se tudo fica bem comigo no trabalho...

* Essa semana está todo mundo doente por aqui, marido e filhos, é o inverno chegando e me deixando preocupada com o quê me espera nos dias mais frios do ano... Estou correndo (tentando correr, já que a grana tá curtíssima!) com as cortinas aqui de casa, pois sem cortinas, além do sol entrar pela casa nas primeiras horas da manhã, o frio também anda entrando pelas frestas das janelas.

* E falando na casa, esta semana começam a montar os armários. Graças à Deus a bagunça vai acabar por aqui!!!

Acho que deu pra vocês verem como andam as coisas por aqui.

Beijos,

19 de abr. de 2011

Guilherme no País sem fraldas

Pois é, o desfralde começou por aqui há uns 05 meses, tudo muito tranquilo e sem compromissos no começo. Até pensamos que tudo ia regredir com a chegada da Ciça, mas não foi isso que aconteceu.

Primeiro veio o pedido de tirar as fraldas para dormir (é, o contrário mesmo!!!) e passamos a ter noites "sequinhas". Depois foi a fase de convencê-lo a andar sem fraldas durante o dia, e nisso entraram em cena as muitas cuecas "decoradas" para encorajar. Ir pra escola sem fraldas só aconteceu este ano, mas foi bem tranquilo, só tivemos um episódio em que ele voltou pra casa com outro short.

Só faltava tirar a fralda para o cocô e essa etapa estava bem resistente. Mas esse final de semana rompemos mais esta barreira.

Fomos à um casamento e como sempre eu levei 2 fraldas pra ele, que normalmente é mais que suficiente. No caminho da recepção ele pediu pra fazer cocô, mas não fez e usou a fralda para o xixi... Ficamos com apenas uma fralda. Chegando na casa de festa, ele pediu novamente e usou a última fralda que tinha. No fim da festa, quis ir novamente, daí o super pai, usou o poder de convencimento e finalmente nosso pequeno usou o vaso sanitário!!!

Fiquei muito feliz, não queria que meu filho sofresse com o final dessa etapa. E como sempre ele me surpreendeu.

Para facilitar as coisas, usamos vários subterfúgios, compramos um redutor de assento do McQueen, foram várias cartelas de adesivo coladas no banheiro a cada uso e a última aquisição foi um redutor de assento portátil, para as horas em que não estivermos em casa. Esse último não é barato, mas achei uma super aquisição, porque evita o contato da criança com os banheiros alheios e também vou aproveitar com a Ciça, então, valeu o custo/benefício!!!

Então é isso... agora temos apenas um bebê em casa, e um rapazinho se desenvolvendo!

12 de abr. de 2011

O quê eu sou, o quê eu gostaria de ser... PARTE II

Sofro diariamente nesta fase em que estou vivendo:
          sofro por não conseguir ser a mãe completa pra nenhum dos meus dois filhos;
          sofro porque não tendo ajuda eu fico muito mal humorada o dia todo;
          sofro porque não sei como farei para voltar ao trabalho, e porque não tenho a menor perspectiva de futuro nele;

Esses e muitos outros pensamentos tem povoado a minha cabeça, por isso, peço desculpas pelo sumiço. Minha reclusão é pra tentar decidir coisinhas que quem sabe me farão sofrer menos!

O quê eu sou, o quê eu gostaria de ser...

Essa semana lí tantas postagens sobre a maternidade real que fiquei pensando muito nisso.
Foi bom conhecer as realidades e também as angústias das mães que eu leio por aqui. Sabe que não sou a única pra tanta coisa e que todas as minhas "nóias" são normais.

E essa postagem coletiva veio bem a calhar num momento em que eu tenho tanto na cabeça. Num momento em que ando pensando em que papel quero ter em casa, em como anda minha vida pessoal e profissional e principalmente, o quê eu quero pro meu futuro e, consequentemente, pro futuro dos meus filhos.

Por isso, todo esse meu silêncio. Acho que desde que criei o blog esse é o maior período que fico sem postar... Esse hiáto é simplesmente porque estou tão em conflito comigo mesma que não sei o quê escrever por aqui.

A verdade é que antes de ser mãe (e de ler tudo o quê leio por aqui) tinha poucos questionamentos quanto à mãe que gostaria de ser. Sempre tive minha mãe como modelo maior e não almejava ser nada mais (ou menos) do quê ela é pra mim. Mas ai veio o Gui e com ele a vontade de fazer tudo certo.

Eu quis ter um parto normal, mas um cisto me impediu. Na época eu não imaginava o quê era uma maternidade ativa, não tinha idéia de que poderia forçar mais a barra pra tentar o parto normal, não sabia que o "poder" era meu.

Eu quis amamentar o Gui exclusivamente até os 6 meses, mas um insistente "não ganho" de peso me impediu disso. Dei fórmula desde o primeiro dia de vida dele, no copinho, com sonda, na mamadeira, de todas as mais sofridas formas e nenhuma delas impediu que meu pequeno ignorasse o peito solenemente exatamente na mesma semana em que completou a "maioridade" da amamentação.

Eu nunca pensei nas papinhas, em como eu queria fazer, com sal, sem sal, orgânica ou não. Comprei papinhas industrializadas e não tive culpa nenhuma, afinal, meu guri comia bem demais. Não dava bola pra quantidade de sódio ou pros outros conservantes. Mais por uma questão financeira que de saúde, optei pelas papinhas feitas em casa e congeladas para o fim de semana.

Não tive culpa nenhuma de deixar o meu bebê com a babá na sua primeira semana sem mim. Tudo foi uma conspiração do universo, porque "tive" que deixá-lo por motivos de força maior, mas tudo foi tão certo e a babá era muito boa.

Sofri quando todo meu "esquema" em casa deu errado e perdi no mesmo mês, empregada e babá, e resolvi colocar o Gui na escola. Depois sofri mais quando descobri a gravidez da Ciça, achando que meu pequeno ainda era muito pequeno pra perder o posto.

27 de mar. de 2011

A falta que ela me faz...

Daí que eu tinha uma empregada maravilhosa muito boa, porque todo mundo tem defeitos, desde antes do Gui nascer, e que estava mega mal acostumada com as mordomias aqui em casa. Era daquelas que não precisava mandar, ela tomava conta da minha casa como se fosse dela.

No ano passado ela resolveu nos deixar, eu contei aqui, e desde então tenho procurado uma substituta à altura.

Passamos 4 meses com uma, que era muito paciente e boazinha com o Gui, me ajudou na mudança e ficou conosco enquanto estávamos na minha mãe, assim que voltamos pra casa e o serviço apertou (porque lá ela não cozinhava, por exemplo) ela pediu pra ir embora. Falou que o marido tinha trocado de turno e que não teria com quem deixar os filhos, mas sinceramente duvido disso.

Ela mesma me arranjou sua substituta, uma prima/mulher de um primo, sei lá. A moça era até bem intensionada, mas não sabia NADA de cozinha e eu, na minha função matinal de mãe, ainda tinha que ficar me desdobrando em mil pra ensinar a cozinhar e à fazer as coisas ao meu gosto.

Acontece que, na semana retrasada a mulher disse que chegaria mais tarde na quinta-feira pois iria dormir na fila do hospital para tentar marcar uma cirurgia para a filha, que tem um problema sério de visão. Claro que não me opus e já imaginei que a quinta-feira seria solitária, tamanha é a burocracia nos hospitais públicos...

Só que a quinta passou, a sexta, o sábado e a outra semana todinha e ela não deu mais sinal de vida! Me deixou na mão, com duas crianças pequenas, tendo que cozinhar, lavar e passar e ainda cuidar da galera. Não ligou, não atende o telefone. Deixou suas roupas aqui, sua carteira de trabalho e levou consigo a chave da minha casa!

Além de ter ficado muito, muito P da vida, fiquei preocupada com o quê essa pessoa pode estar "tramando". Resolvemos trocar as fechaduras da casa e também alertar ao condomínio, afinal, nunca se sabe.

Com tudo isso, minhas duas últimas semanas foram enlouquecedoras, com milhões de roupas para lavar e passar e à procura de uma nova ajudante, que graças à Deus, consegui no final desta semana.

Agora é rezar pra que essa não me abandone e que dê minimamente certo.

16 de mar. de 2011

Pierrôs e colombinas

(ATENÇÃO: Post longo!)

Passamos o Carnaval no Rio, mas foi uma viagem tão punk que nem pareceu feriado.

Saímos de Brasília no sábado e já pegamos um atraso de 1 hora e meia no vôo de ida, daí haja criatividade para segurar a ansiedade de um menininho de 2 anos e 9 meses!!! O vôo era as 11, com o atraso passou pra 12:30, saiu às 12:50, chegamos ao Rio quase 3, sem almoço...

Choveu o Carnaval todo na Cidade Maravilhosa, demoramos mais uma hora e tanto pra chegar no "fim do mundo do Recreio" onde mora a familia do marido. Chegamos lá e já inauguramos o primeiro de muitos churrascos nesses dias... (eles tem uma fixação por assar carne!).

 Os "trabalhos" foram tão intensos que resolvemos dormir lá mesmo (ficamos hospedados num ap da familia na Barra) e no dia seguinte partir pro nosso "lar carioca".

Não levamos nem cadeirinha, nem carrinho e bebê conforto, pois o "Primo rico carioca", por ter um filho de 1 mês e meio, nos emprestou tudo. Nos emprestou também o ap e um carro, que descobrimos não poder ser guiado pelo marido (enorme!) + cadeirinha + bebê conforto. Resultado: EUZINHA tive que dirigir no Rio!!! Pausa pra explicação - Eu nunca tinha dirigido em outra cidade além de Brasília, que tem um trânsito muito mais tranquilo e civilizado, sintam o pânico e desespero dessa que vos escreve quando constatou que só ela poderia dirigir???!!!!! - despausa. Com isso, meus planos de passear pela cidade foram por água a baixo e ficamos restritos no circuito Barra-Recreio todos os dias...

Por culpa do ar condicionado siberiano do aeroporto de Brasília a Ciça ficou doente, com uma tosse muito forte e desesperadora, tentamos de tudo (todas as receitas caseiras e simpatias) mas precisamos levá-la ao médico na terça de carnaval. A sorte é que o Rio é metrópole e tem até clínica pediatrica 24 horas dentro do Shopping! Só que com isso, o único passeio que ainda nos restava no circuito já citado - Shopping -  não pode ser feito, porque apesar de chovendo, estava quente no Rio e entrar e sair de ambientes altamente refrigerados (como eles gostam) não era muito bom pra Cecília.

Além disso, o Gui foi pra lá com Otite viral, tomando remédio pra dor e ainda com resquícios de tosse...

Daí em diante, foi só ralação. A família fazendo mil churrascos ao ar livre - chuva/vento/sereno e eu tendo que ficar com as duas crianças dentro de casa (a.k.: sozinha!) enquanto o resto do povo se divertia lá fora (incluindo o marido). A sorte é que, pelo menos o "primo rico carioca" tem TV a cabo em toda e qualquer aparelho da casa. E viva Discovery Kids!!!!!

Sim, deu praia, na quarta-feira de cinzas o tempo abriu pela manhã e o marido pode ir com o pequeno à praia e à piscina do conds, na quinta até eu fui à praia dar um mergulho entregar pro mar todas as urucas desse início de ano...

E então foi assim, até domingo, praia/piscina pela manhã, churras nas tardes (ou não, teve dia que não rolou), muita tv a cabo e só!

Na volta ainda atrasamos para sair do "fim do mundo" e quase perdemos o avião. Quase mesmo, chegamos ao balcão com o embarque já encerrado e só conseguimos seguir viagem pela benevolência do pessoal da TAM. Um stress tão grande (imaginem correr o aeroporto inteiro com duas crianças à tira colo!) que no avião eu desabei a chorar (quem me conhece, sabe que eu odeio atrasos/correrias em viagens de avião).

Quando chegamos em casa, eu só pensava no tanto que tudo é bom no meu quadradinho...

E agora, pergunto, quando será mesmo o próximo feriado????

Beijos,

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