15 de out. de 2010

Estrela de comercial...

Não, não coloquei o meu pequeno pra fazer propaganda, embora escute isso de muitas pessoas por ai... Mas nesse caso, é para um trabalho social, bem legal...

Meu irmão faz odontologia e vai fazer um trabalho de prevenção em escolas carentes do entorno de Brasília, e como o pequeno adora escovar os dentes e a língua, serviu de modelo pro Banner que eles carregarão pelas escolas durante toda a semana que vem... Legal, né!!!!

7 de out. de 2010

Resoluções de Ano Novo...

Sim, eu sei , falta muito ainda pro Ano Novo chegar, mas como nessa época eu estarei muito ocupada entre fraldas e noites mal dormidas resolvi pensar nas minhas resoluções logo agora, assim já adianto a minha listinha...

1) Como tem acontecido coisas não muito agradáveis aqui na KGB em relação à minha carreira, à minha relação com a chefia e tudo mais, minha primeira resolução para o ano novo é procurar outro ganha-pão na vida. Como isso irá acontecer, ainda não tenho certeza, mas várias possibilidades tem sido pensadas... Como terei alguns meses com a cabeça um pouco menos ocupada, vou ter tempo de amadurecer as idéias sobre isso...

2) A segunda coisa é realmente tentar me dedicar mais e mais à familia e ao marido principalmente. Sinto que nos últimos dois anos nossa relação tem se desgastado um pouco, pela falta de tempo, pela falta de ter com quem deixar o pequeno e pelos problemas financeiros. Mas com a chegada do segundo filho, vejo cada dia mais que é necessário reservar um tempo pra nós, arrumar um esquema que funcione para que possamos voltar a nos curtir como na época de namorados... Realmente sinto muita falta disso!

3) O ponto três das resoluções de vida é dar mais atenção ás amizades que realmente são verdadeiras, reservar espaços na minha agenda para as amigas com quem eu quero manter um relacionamento, aquelas que quero que meus filhos chamem de tias!!!

4) Cuidar mais da minha mãe, fazer programinhas com ela, conversar mais com ela. E esse tempo na casa dela me deixou essa certeza boa, de que é muito importante estar com ela todos os dias.

5) Cuidar mais do meu pai, mesmo com a distância, tentar estar mais presente do quê nunca.

6) Ser uma mãe mais atuante, mais brincalhona, mais divertida e mais companheira. Eu sei que hoje eu tenho sido uma mãe presente, mas estou cansada, às vezes me irrito fácil, perco a paciência. Quero rolar na grama, fazer bagunça junto, essas coisinhas...

7) E por último, mas não menos importante, CUIDAR DE MIM! Ficar linda, magra e loira...hahahahah. Afinal depois de tantas atenções eu também mereço, não é????

5 de out. de 2010

Rapidinhas...

As comemorações do aniversário esse ano foram simples, apenas um lanche no domingo à tarde pra familia e nada mais... nem amigos mais queridos foram...

Mas parece que como revolta do Universo, fiquei doente no domingo, passei mal o dia todo e nem comi nada do lanche... uma judiação!
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A vida no subúrbio é dura pra quem tem horário de trabalho de peão, ando correndo como uma doida, não tá dando tempo de olhar no espelho.

O bom de tudo isso é estar mais perto da mamãe e ver meu filho curtir o espaço e o verde que só a vida "no campo" nos dá.
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30 de set. de 2010

Parabéns para mim!!!!

EBA!!!!
É hoje!!!!!
O dia foi mega corrido e só agora tive tempo de postar...
São 34 primaveras, graças à Deus, muito felizes e cheias de realizações...
Que venham mais tantas!!!!

29 de set. de 2010

Tá chegando...

Sigo fazendo mantra pro inferno astral terminar logo, mas confesso que esse ano meu humor pré-aniversário não está dos melhores.

Tomara que tudo realmente mude amanhã...hehehehe (Será?)

Tenho que vir aqui contar as últimas do meu pequeno, mas tô meio sem tempo...

27 de set. de 2010

Inferno Astral

Eu tinha percebido que a vida tava me boicotando nessas últimas semanas, em vários (ou seriam todos?) os aspectos as coisas estavam dando errado. Nem me toquei que o meu aniversário estava perto... Mas hoje, recebendo mais uma dose bombástica de baldes de água fria nas minhas idéias, olhei pro calendário e ví que faltam apenas 4 dias para o lindo dia de Setembro em que eu nasci...

É por isso que tudo tá tão truncado, mas espero que mude rápido!!!!

Beijos,

24 de set. de 2010

Hoje é sexta-feira...

Nada a ver com a música, já que eu NÃO POSSO tomar uma cerveja nessa sexta (ou em qualquer outra até depois do parto...), mas eu adoro as sextas-feiras:

1) porque não trabalho a tarde...;
2) porque a gente sempre arranja um jeito de dar uma saidinha;
3) porque ficarei 2 dias inteiros com o meu pequeno;
4) porque amanhã vou poder dormir mais...;
5) porque hoje vou almoçar com os amigos na beira do lago, curtindo a brisa do cerrado...

Tem dias que a vida é boa demais!!!!

21 de set. de 2010

Era uma vez um divórcio...

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer
a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto
calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento.
Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo.
Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do
momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar odivórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu
balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com
o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi
que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas às manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse aela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor.
Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
 A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um
 grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei
 minha esposa deitada na cama - morta.
 Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu
 estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela.
Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
 Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

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